Ângelo de Sousa

Sem título
Serigrafia sobre papel 31/100
Dimensão: 70 x 50 cm
Dimensão com moldura: 85 x 65 cm
1998

Nota: O Clube Rastro tem uma oferta muito especial para si! Na compra desta obra receba imediatamente duas serigrafias:  “A gente não lê” do artista Alfredo Luz e a  “Persona” do artista Martinho Dias. No Clube Rastro há um mundo de ofertas e vantagens: oferta do transporte das obras, os clientes pagam as peças como puderem e, agora, recebem de oferta duas obras gráficas que valem 400 euros!
Confie, compre no Rastro; há 35 anos a transformar os seus sonhos em arte!

 

 

 

 

700,00

Em stock

Qualquer interessado pode adquirir de imediato esta obra; basta clicar em Adicionar e seguir os passos indicados para que esta obra passe a pertencer à sua coleção.

A obra será entregue em sua casa de forma inteiramente grátis, com o seguro do transporte das obras a ser oferecido pelo Clube Rastro. Todas as obras de arte disponíveis no site do Clube Rastro têm cotação e estão devidamente certificadas.

Pode optar por subscrever o Clube Rastro, um clube de colecionismo de arte onde se acede à obra dos melhores artistas nacionais através de um pequeno investimento mensal de verba para o clube. Veja em Subscrição como aderir ao Clube Rastro.

Os subscritores do Clube Rastro não pagam qualquer joia de inscrição e terão direito a diversos prémios. Para qualquer outra informação sobre esta obra, por favor contate-nos através do info@clube.galeriaorastro.com

REF: CR#1437 Categorias: , Etiqueta:

Descrição

Nasceu em Lourenço Marques (atual Maputo), em 1938.
Ângelo de Sousa fixou-se no Porto em 1955.
Matriculou-se na Escola de Belas-Artes, licenciando-se em Pintura com a nota máxima de 20 valores.
Por isso viria a integrar o grupo denominado Os Quatro Vintes, juntamente com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues.

Ângelo de Sousa viveu e trabalhou na cidade do Porto.
Foi assim professor na Escola Superior de Belas-Artes (atual Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto) entre 1962 e 2000, ano em que se jubilou como professor catedrático.

Em 1964 participou na fundação da Cooperativa Árvore.
Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.
British Council na Saint Martin’s School of Art e na Slade School of Fine Art, Londres.

Mas após uma primeira exposição individual em 1959, no Porto.
A sua obra tem sido apresentada em inúmeras mostras individuais e coletivas, em Portugal e no estrangeiro.

Galardoado com diversos prémios, entre os quais: Prémio Internacional na 13.ª Bienal de S. Paulo, 1975; Prémio EDP, Pintura, 2000; Prémio Gulbenkian, categoria Arte, Fundação Calouste Gulbenkian, 2007.

A obra de Ângelo de Sousa começa a afirmar-se na década de 1960 através de uma nova-figuração atípica, alheia também à retórica da arte pop que então se afirmava internacionalmente, em favor do despojamento do vocabulário formal.

Essas pinturas iniciais prolongam a investigação realizada em centenas e centenas de desenhos, onde toma por pretexto “formas ancestrais e quotidianas, simples e comuns, como uma árvore, uma flor, um rosto”.

Faleceu em 2011 no Porto.