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Artur Bual

Sem título
Serigrafia sobre papel PA XXI/XXV
Dimensão da mancha: 80 x 41 cm
Ano: 1998

300,00

Esgotado

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Descrição

Nascido em 1926 em Lisboa, Artur Bual cedo se revelou um dos artistas mais dotados da sua geração, considerado um pioneiro da pintura gestual em Portugal, desde o início dos anos cinquenta. Artur Bual foi, de resto, um dos primeiros pintores gestualistas abstratos portugueses que participaram no I Salão de Arte Abstrata, em 1954, organizado pelo historiador e crítico de arte José Augusto França, na Galeria de Março – Lisboa.

Embora escultor e ceramista, é no gestualismo que a sua obra artística é mais reconhecida. Realizou diversas exposições em Portugal e no estrangeiro. A sua obra encontra-se em coleções como a do Palácio da Justiça de Lisboa, do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, de vários Museus Nacionais, Câmaras Municipais ou do Governo Regional dos Açores, etc. Além de trabalhos como ceramista, escultor, diretor gráfico, diretor plástico no Teatro Experimental de Cascais e no Porto ou ilustrador de obras literárias, executou ainda diversos frescos em doze capelas do Alentejo e do Ribatejo e os painéis-mosaico para a estação da CP da Amadora e para o Metropolitano de Lisboa.

Foi distinguido pelo Sindicato dos Críticos de Arte de França, na I Bienal de Paris, em 1959, onde o então jovem artista português mereceu as seguintes palavras elogiosas de André Malraux: “La peinture de ce jeune portugais (Bual) contient la charge et l’emotion du silence eloquant de la poesie”. Entre muitos outros, foi Premio Nacional de Pintura Amadeo de Souza Cardoso, em 1959, 3º Prémio do Sindicato dos Críticos de Arte na I Bienal de Paris em 1959; 1º Prémio do II Salão de Arte Moderna da Junta de Turismo da Costa do Sol em 1964 ou Prémio MAC´Carreira em 1997 pelo Movimento Arte Contemporânea. A sua vida e obra inspiraram o Círculo Artístico e Cultural Artur Bual.

«(…) Essa corrente americana era o expressionismo abstracto que tinha, por sua vez, génese europeia (em Hartung, Wols, Soulages, por exemplo), mas havia adquirido grande relevo na América com Tobey, Kline, Pollock, entre outros. Bual, se não fosse português, ou se o Chiado fosse um bairro de Paris, Londres ou Nova Iorque, seria citado nas Histórias de Arte junto destes artistas, e, apesar de muito mais novo, certamente não em último lugar…», Eduino de Jesus, em 2011, falando na Galeria Municipal Artur Bual, que o Município da Amadora inaugurou em 1980 em homenagem ao artista.

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