Fernando de Azevedo

Sem título
Serigrafia sobre papel XLI/L
Dimensão da mancha: 28 x 19 cm
Dimensão total: 47 x 35 cm
1984

Nota: O Clube Rastro tem uma oferta muito especial para si! Na compra desta obra receba imediatamente duas serigrafias:  “A gente não lê” do artista Alfredo Luz e a  “Persona” do artista Martinho Dias. No Clube Rastro há um mundo de ofertas e vantagens: oferta do transporte das obras, os clientes pagam as peças como puderem e, agora, recebem de oferta duas obras gráficas que valem 400 euros!
Confie, compre no Rastro; há 35 anos a transformar os seus sonhos em arte!

 

225,00

Em stock

Qualquer interessado pode adquirir de imediato esta obra; basta clicar em Adicionar e seguir os passos indicados.
Para pagar a obra em prestações, basta contatar-nos através do e-mail info@clube.galeriaorastro.com.
A obra será entregue em sua casa de forma inteiramente grátis. Para qualquer outra informação, por favor contate-nos por email ou através dos números de telefone: (+351) 233 411 188 ou (+351) 934 239 608.

REF: CR#1640 Categorias: , Etiqueta:

Descrição

Fernando de Azevedo nasceu em 1923.

Formou-se na Escola de Artes Decorativas de António Arroio, em Lisboa. Inscreveu-se depois na Escola de Belas Artes de Lisboa, que acabaria por abandonar.

Depois de trabalhos iniciais próximos da estética neorrealista, Fernando Azevedo começa a explorar formas de trabalho tipicamente surrealistas.
Criando associações intuitivas de figuras e objetos, sem obedecer a esquemas pré-definidos.

Na fase seguinte Azevedo evolui para explorações plásticas intituladas Ocultação, em consonância com as propostas de construção poética de Alexandre O’Neill.
Em anos posteriores regressa aos processos de construção da imagem associados à colagem, “retomando outro espaço onde figurações se tocam, espaço imaginário, irreal sem irrealidade, ainda ambíguo, […]”.

Expôs  então pela primeira vez em 1943, com Marcelino Vespeira e Júlio Pomar.
Acompanhou o início do movimento neorrealista em 1945-46, mas logo no ano seguinte foi cofundador do Grupo surrealista de Lisboa (um movimento com objetivos contrastantes com os do neorrealismo).
Em 1949 participou  então na primeira e única exposição do grupo, que se desfez pouco depois.

Participou  assim em inúmeras exposições coletivas, tendo recebido um 1º Prémio de Pintura na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian.
A 10 de junho de 1991, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

O artista faleceu em 2002 aos 79 anos em Lisboa.