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João Cutileiro

Sem título
Escultura em pedra mármore aplicada em placa de mármore Ruivina
Múltiplo 8/25
Dimensão: 61 x 30 cm
Dimensão com moldura: 89 x 59 cm
Assinada e datada: MCCXX

1.750,00

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REF: CR3092 Categorias: , , Etiqueta:

Descrição

João Pires Cutileiro nasceu em 1973, em Lisboa.

Durante a infância e adolescência viajou bastante, devido à profissão do seu pai, médico da Organização Mundial de Saúde.
Desde muito novo que se interessou por escultura sendo que 1948 e 1950 já modelava e pintava no atelier de Jorge Barradas.

Quando ia a caminho de Kabul, Afeganistão, em 1951, onde seu pai esteve a trabalhar durante um ano, passa por Florença, onde toma contacto com a obra de Miguel Ângelo.
Foi uma experiência determinante que aguçou a certeza de que queria dedicar-se à na Escultura (certeza essa que teve aos seis anos de idade, quando esculpiu um presépio).

Na volta de Kabul matricula-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, sendo seu professor Leopoldo de Almeida.

Matricula-se na Slade School of Art, em Londres, entre 1955 e 1959. Tira o seu diploma e permanece até 1970 em Inglaterra.
Trabalhou principalmente com o escultor Reg Butler que o influenciou e convidou para ser seu assistente de atelier.
Durante o período do curso na Slade contacta de perto com o escultor Henry Moore, um dos nomes que irá marcar os escultores da nova geração.

Cutileiro começa a usar máquinas elétricas de corte da pedra, em 1966, o que lhe permitiu dedicar-se exclusivamente ao mármore.

Começam então a surgir, sucessivamente, os torsos, as paisagens, as caixas, as árvores e as flores.

Passou a residir em Lagos partir de 1970, onde iniciou cursos de escultura no Centro da Pedra. Em 1975 explorou a possibilidade do mosaico como forma de reutilização de desperdícios de mármore.
Executa nessa altura as séries Piscibas e Árvores e produz os primeiros mosaicos a partir de fragmentos de mármores. Participa em exposições internacionais, designadamente na Alemanha, em Madrid, Londres, S. Paulo, Nova Iorque.
Em 1983 a estátua Camões é inaugurada em Cascais e dois anos depois instala-se em Évora.

Dos vários temas desenvolvidos pelo escultor, o dos corpos femininos é o mais marcante.
João Cutileiro era extremamente independente e considerava que a arte sempre teve uma função decorativa e uma carga metafísica muito difícil de avaliar.

João Cutileiro morreu no dia 5 de janeiro de 2021, em Lisboa.

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