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Jorge Pinheiro

Sem título
Técnica mista sobre papel
Dimensão: 20,5 x 13,5 cm
Dimensão com moldura: 45,5 x 38 cm
Ano: 1986

Nota: até ao final do ano, o Clube Rastro tem uma prenda muito especial para todos os compradores de obras originais apresentadas no site do clube: na compra deste original, recebe de imediato a oferta da serigrafia de Alfredo Luz, “Fernando Pessoa”! Veja a obra aqui.

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Descrição

Jorge Pinheiro nasceu em 1931, em Coimbra. Trata-se de uma referência maior das nossas artes plásticas, com um currículo impressionante de prémios e presenças em relevantes acervos públicos e privados, além de uma vida dedicada ao ensino artístico, como professor nas faculdades de Belas Artes de Lisboa e do Porto, tendo sido nesta última instituição que se formou em Pintura, em 1963, embora tenha começado a expor em 1954 – e individualmente desde 1954 -, integrando desde cedo um coletivo artístico portuense marcante. “Os Quatro Vintes”, com Ângelo de Sousa, Armando Alves e José Rodrigues. Segundo o escritor e crítico de arte João Miguel Fernandes Jorge, Jorge Pinheiro apresenta «uma arte maior, em que se restitui à hora da mais curta sombra o dispositivo límpido da geometria e a autenticidade das formas operantes da vida».

Está representado nas coleções do Banco de Portugal e da sede da Caixa Geral de Depósitos, Casa Museu Amadeo de Souza-Cardoso (Amarante), Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Fundação Calouste Gulbenkian, Colecção EDP, Fundação Luso-Americana Para o Desenvolvimento, Fundação Ilídio Pinho, Ministério da Cultura, Museu e Fundação Berardo, Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, Museu Nacional de Soares dos Reis, Museu de Serralves e Fundação Casa de Serralves, no Porto. Em 2017, de resto, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves dedicou-lhe uma grande retrospetiva, “D’après Fibonacci e as coisas lá fora”, reunindo pinturas, desenhos e esculturas, numa exposição concebida por Pedro Cabrita Reis e com desenho de instalação concebido pelo arquiteto Eduardo Souto de Moura, Prémio Pritzker Prize 2011. Em 1979 mereceu bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, que lhe proporcionou estágio na École de Hautes Études en Sciences Sociales de Paris.

Também lecionou na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis e na Escola Gomes Teixeira, no Porto, bem como na Universidade de Évora, como professor Catedrático convidado, entre 1996 e 2001. Entre os inúmeros galardões, recebeu a medalha de prata “Cinquentenário da Morte de Amadeo de Sousa Cardoso” (1969), o Certificat of the International Board for Young People (1973), o Prémio da III Exposição de Gravura, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1981), o Prémio Gouvernement Princier de Mónaco (1989) ou o Prémio da Associação Internacional dos Críticos de Arte (2003).