Manuel Cargaleiro

Sem título
Impressão litográfica sobre papel
Dimensão: 39 x 29 cm
Dimensão com moldura: 53 x 43 cm
1977

Assinado por impressão

Retirado do livro “CARGALEIRO – trinta anos de pintura”
Edições Atlântico, exemplar nº 281.

Nota: O Clube Rastro tem uma oferta muito especial para si! Na compra desta obra receba imediatamente duas serigrafias:  “A gente não lê” do artista Alfredo Luz e a  “Persona” do artista Martinho Dias. No Clube Rastro há um mundo de ofertas e vantagens: oferta do transporte das obras, os clientes pagam as peças como puderem e, agora, recebem de oferta duas obras gráficas que valem 400 euros!
Confie, compre no Rastro; há 35 anos a transformar os seus sonhos em arte!

 

 

 

 

200,00

Esgotado

Qualquer interessado pode adquirir de imediato esta obra; basta clicar em Adicionar e seguir os passos indicados.
Para pagar a obra em prestações, basta contatar-nos através do e-mail info@clube.galeriaorastro.com.
A obra será entregue em sua casa de forma inteiramente grátis. Para qualquer outra informação, por favor contate-nos por email ou através dos números de telefone: (+351) 233 411 188 ou (+351) 934 239 608.

REF: CR#2132 Categorias: , , Etiqueta:

Descrição

Pintor e ceramista português, Manuel Cargaleiro é oriundo da Beira Baixa, onde nasceu em 1927. Antes de tudo, inscreveu-se na Faculdade de Ciências de Lisboa e chegou a trabalhar num banco, logo depois frequentava as aulas livres da Academia de Belas-Artes e o atelier de olaria de José Trindade.

Em 1949 participou no I Salão de Cerâmica do SNI, vindo a receber o Prémio Nacional de Cerâmica em 1954, quando foi convidado para lecionar na Escola António Arroio. Como bolseiro do Governo italiano, estuda cerâmica em Faenza, Roma e Florença.

Estagia mais tarde na Fábrica de Faiança de Gien, em França, com o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian. Assim, Parte para Paris, vindo a expor igualmente em Tóquio, Turim, Milão, Rio de Janeiro, Lourenço Marques, Luanda, etc.

Na sua pintura pode distinguir-se um sentido ornamental e decorativo a opção pela bidimensionalidade e a negação da profundidade, de tal maneira que o trabalho da tela se confunde com o dos azulejos, na repetição dos quadriláteros, nos azuis, na necessidade de um enquadramento.

Nos seus azulejos, desta forma impera a espontaneidade da pincelada. Logo após, assume-os como obra de arte, datada e assinada. Logo, a obra de Cargaleiro representa a extroversão, a luminosidade, o otimismo e a sensualidade do carácter mediterrânico.

A partir de Museu sede estão em organização extensões museológicas, através da criação de polos, nomeadamente em Vila Velha de Ródão e Castelo Branco.
A valência da formação estará sempre associada a estas unidades museológicas.

Enfim, em 6 de Novembro de 2002 a Fundação assinou um protocolo com a Câmara Municipal do Seixal. Para a construção na Quinta da Soledade do Museu Oficina de Artes Manuel Cargaleiro, com um projeto do Arquiteto Álvaro Siza Vieira.

Outras obras deste artista