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Mário Cesariny

Orfeu (Hamlet)
Acrílico sobre tela
Dimensão: 65 x 54 cm
Dimensão com moldura: 81 x 71 cm

A obra encontra-se reproduzida em dois catálogos editados pela histórica galeria Neupergama, sita em Torres Novas. A peça está, também, devidamente certificada.

Nota: até ao final do ano, o Clube Rastro tem uma prenda muito especial para todos os compradores de obras originais apresentadas no site do clube: na compra deste original, recebe de imediato a oferta da serigrafia de Alfredo Luz, “Fernando Pessoa”! Veja a obra aqui.

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REF: CR2593 Categorias: , , Etiqueta:

Descrição

Mário Cesariny de Vasconcelos frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e estudou música com o compositor Fernando Lopes Graça.

Poeta, pintor e referência fundamental do surrealismo português desde já, é uma das maiores vozes da poesia portuguesa do século XX.

Desde já, para Cesariny, o surrealismo representava “a realização total do nosso estado de espírito, a defesa do amor, da liberdade e da poesia”.

E a sua obra, tanto na poesia como na pintura e na vida real, foi testemunho dessa enorme vontade de viver.

Por outro lado, rebelde, insólito, desafiador, Mário Cesariny marcou com a sua obra várias gerações de leitores e de autores que fazem dos seus versos referências únicas, que ultrapassam a pura literatura e o colocam sempre mais além, na própria vida.

Logo depois, foi para Paris e ingressou na Académie de la Grande Chaumière. Nas artes e nas letras Mário Cesariny é considerado o principal representante do surrealismo em Portugal.

Em Paris leva-o a criar, em 1947, o “Grupo Surrealista de Lisboa”, juntamente com António Pedro, José-Augusto França, Cândido Costa Pinto, Vespeira, Moniz Pereira e Alexandre O´Neill, que terá como anti-grupo “Os Surrealistas”, grupo também fundado por Cesariny no ano seguinte.

Da sua obra, fazem parte títulos como “Corpo Visível” (1950), “Manual de Prestidigitação” (1956), “Pena Capital”, “Nobilíssima Visão” (1959), “Antologia Surrealista do Cadáver Esquisito” (1961), “A Cidade Queimada” (com arranjo gráfico e ilustrações de Cruzeiro Seixas, 1965), “Burlescas, entre outras.

Em suma, nos últimos anos de vida, desenvolveu uma frenética actividade de transformação e reabilitação ou “redenção” do real quotidiano, da qual nasceram muitas colagens com pinturas, objectos, instalações e outras fantasias materiais.

Por fim, “Gostava de ter daquelas mortes boas, em que uma pessoa se deita para dormir e nunca mais acorda”, afirmou em “Autografia”.

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