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Alfredo Luz

Amália Rodrigues
Acrílico sobre madeira com incrustações de bijutaria
Dimensão: 27 x 42 cm

Nota: até ao final do ano, o Clube Rastro tem uma prenda muito especial para todos os compradores de obras originais apresentadas no site do clube: na compra deste original, recebe de imediato a oferta da serigrafia de Alfredo Luz, “Fernando Pessoa”! Veja a obra aqui.

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Descrição

Herdeiro da escola surrealista, Alfredo Luz é uma presença sólida da arte contemporânea portuguesa. Veio ao mundo em Santa Maria da Feira, em 1951, mas entre 1961 e 1978 viveu em Angola, onde concluiu o curso de arte na Escola Industrial de Luanda. Foi em Angola que começou a lecionar a educação visual e as artes gráficas. A carreira docente prosseguiu em Portugal, em estabelecimentos de ensino de norte a sul do país. Ao mesmo tempo, ia crescendo como artista, produzindo uma obra tão abundante como fascinante, marcada pelos elementos surrealistas ou pela reinvenção de ícones nacionais como Eusébio, Amália ou Fernando Pessoa.

A sua vasta obra gráfica tem sido editada por relevantes instituições como a EPAL – Empresa Portuguesa de Águas Livres, RDP, Galeria Galveias, Galeria Grade, Editora Vigo, Didáctica Editora, Casino Estoril, Galeria Enes, Fundação Eugénio de Andrade, Instituto do Consumidor, Livros Horizonte, Município de Cascais, Ministério da Justiça ou o Centro Português de Serigrafia. O volume marcante da sua criação foi também objeto de atenção da Academia, tendo sido o tema da tese de mestrado de Maria Raquel Gonçalves Costa, “A Fortuna Crítica do Surrealismo em Portugal Dos Pioneiros a Alfredo Luz “, no Instituto de História de Arte da Universidade Nova de Lisboa, em 2011.

Expõe com frequência, a “solo” ou coletivamente, em relevantes galerias nacionais e estrangeiras, de que são exemplos mais recentes as individuais “Amélia e Fernando” no Museu do Convento dos Loios em 2019, ou, no mesmo ano, a exposição “Impossivelmente Real”, um conjunto de 25 Cadávres-Exquis desenvolvidos em parceria criativa com Cruzeiro Seixas, na Galeria Artview, em Lisboa.

De acordo com Álvaro Lobato Faria, diretor coordenador do MAC Movimento Arte Contemporânea, «(…) Na obra de Alfredo Luz não se localizam vestígios de submissão a aventuras inconsequentes e com lugar de crescente destaque nas artes plásticas portuguesas, o seu trabalho, originário de profunda reflexão, fertiliza-se por força do quotidiano artístico rigoroso, pairando sobre a sua criação aquela dimensão lírica e melancólica que só um artista subtil como Alfredo Luz tem a graça e o poder de ostentar».

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