Roberto Chichorro

Casa de D.ª Modista de Ser Cor de Rosa
Serigrafia sobre papel, nº 137/150
Dimensão da mancha: 54 x 40 cm
Dimensão total: 50 x 70 cm
Serigrafia a 35 cores.
Papel Modigliani, 320 gr.

Serigrafia praticamente esgotada junto do editor 

Tiragem de 200 exemplares numerados de 1 a 150, PE 1 a 25, PA a 1 a 25

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Descrição

Roberto Chichorro nasceu em 1941 em Moçambique.
Concluiu o curso industrial de Construção Civil, tendo trabalhado como desenhador de publicidade e arquitetura, e como decorador de pavilhões para feiras internacionais em Moçambique.

Por conseguinte, fez também cenografias para espetáculos e ilustrou livros. As suas obras encontram-se espalhadas em diversas instituições, como o Museu de Arte Contemporânea em Lisboa e o Museu de Arte Contemporânea de Luanda. As pinturas de Chichorro caracterizam-se pelo uso de cores vivas, de tons acentuadamente africanos, representando a vivacidade das gentes de África, num tom carregado de “poeticidade e onirismo”.

Logo após, expos pela primeira vez na Exposição Coletiva dos Festejos da cidade de Lourenço Marques (hoje Maputo), em 1966, e a sua primeira mostra individual teve lugar em 1967 na Cooperativa da Casas de Lourenço Marques, onde trabalhava como desenhador de arquitetura.

Em 1982 recebeu uma bolsa do governo espanhol, que lhe permitiu trabalhar em Madrid, em cerâmica, no Taller Azul, e em zincogravura, com Óscar Manezzi.
Em 1986 foi para Portugal com uma bolsa do Governo português, onde começou a dedicar-se exclusivamente à pintura.

Roberto Chichorro ao longo da sua carreira, recebeu o prémio de Aquisição no Salão de Arte Moderna, em Luanda, em 1973.
Prémio Prestígio LIÁFRICA, em Lisboa, em 1998; Prémio Carreira 2007 em Lisboa.
Prémio MAC em 2012, em Lisboa, entre outras distinções.

Por fim, as suas obras encontram-se presentes em espaços públicos e privados, em Espanha, Portugal, Guiné-Bissau, Estados Unidos da América, Brasil, Moçambique, Cabo Verde, República Dominicana, Macau ou Tanzânia. “Eu pinto o sonho, aquilo que as pessoas gostariam de ser e que deveriam ter o direito a ser.”, Roberto Chichorro

 

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