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Silvio Fiorenzo

Escultor, pintor, professor de Belas-Artes, publicitário, desenhador de banda desenhada, Silvio Fiorenzo (Itália, 1950) tem obra espalhada por todo o mundo, nomeadamente nos Estados Unidos, Argentina e Espanha, etc.

Mais que o elogio a este artista de exceção, criativo e tecnicamente brilhante, importa dar a palavra ao escritor António Tavares, vencedor do prémio Leya – o maior prémio literário da Lusofonia -, que, ao entrar em contacto com o imaginário cinematográfico de Silvio, escreveu o seguinte:
“É tudo sonho? É, sem dúvida. A ficção sobrepõe-se à realidade: as personagens só existem na película, nela se movem e nela enfrentam dramas e tragédias; mas, também, legitimam a nossa fantasia de podermos viver num mundo que se fosse assim, uma mistura de cor e preto-e-branco, teria mais graça. Apague-se, então, a luz da galeria e, como no cinema, deixe-se que o olhar se comprometa com a justa dimensão humana, na qual nada é impossível”.

Antes de a “luz da galeria” se apagar e a nossa fantasia nos permitir “viver num mundo que se fosse assim, uma mistura de cor e preto-e-branco, teria mais graça”, deixe-se seduzir pela brilhante serigrafia de Silvio Fiorenzo, “Cinema 5, realizada pelo Mestre serigrafo António Moreira em exclusivo para o Clube Rastro.